Governança CBDN

 

 
Governança pode ser entendida como o conjunto de regras, normas e práticas, sejam formais ou informais, que visam garantir que a entidade alcance de forma adequada princípios fundamentais como transparência, prestação de contas (accountability), equidade, responsabilidade, entre outros em sua relação com suas partes interessadas, ou stakeholders.

A governança em empresas privadas, ou governança corporativa, já é debatida, estudada e aplicada há diversos anos, visando garantir que empresas alcancem seus propósitos hoje e no futuro.

Em anos mais recentes, o tema Governança no Esporte, passou a ser alvo de interesse crescente por parte dos mais diversos stakeholders, e passou a ser cada vez mais relevante, tanto internacionalmente quanto no Brasil.

De 2010 em diante diversos países e organizações internacionais lançaram propostas, documentos, códigos, memorandos e princípios universais de governança que deveriam ser aplicados no esporte e nas organizações que o formam.

Desde novembro de 2014, a CBDN junto à CBRu – Confederação Brasileira de Rugby, o Comitê Paralímpico Brasileiro, a CBJ – Confederação Brasileira de Judo e o COB – Comitê Olímpico do Brasil se uniram para contribuir com o desenvolvimento do esporte em algumas frentes, entre elas a Governança.

O trabalho desenvolvido na área levou o grupo à se unir ao Ethos, a Atletas pelo Esporte e o Pacto pelo Esporte para desenvolver o Rating de Governança das Entidades Esportivas, com participação ativa da CBDN no desenvolvimento da ferramenta.

Internamente, a organização tem trabalhado constantemente para manter a entidade relevante e inovadora no tema, e garantir o sistema de governança mais eficiente para seus stakeholders.

Em 2017, a reforma estatutária da entidade teve como principal objetivo refletir as melhores práticas de governança no esporte encontradas no mundo, com destaque para:

  • Clara definição dos poderes visando minimizar sobreposições de atribuições
  • Decisões colegiadas: principais decisões relacionadas a organização serão colegiadas de forma a distribuir o poder de forma saudável
  • Separação do político da gestão

 

Assembleia Geral

Órgão máximo de decisão da entidade. Colegiado composto por 7 membros, sendo 5 clubes e 2 representantes de atletas.

Guardião do estatuto da entidade, sendo os únicos capazes de alterá-lo.

Elegem todos os membros dos poderes da entidade, Presidência, Conselho de Administração e Conselho Fiscal, além da escolha dos membros do Conselho de Ética.

 

Conselho de administração

Colegiado responsável pelo direcionamento estratégico, governança e condução dos negócios da entidade, composto em sua maioria por membros independentes.

Os conselheiros independentes são escolhidos por sua capacidade e reconhecimento no mercado, de forma a compor um órgão com um amplo mix de capacidades e habilidades para tomar as melhores decisões possíveis para a organização. Os membros são eleitos pela Assembleia, e escolhem entre si, o presidente do Conselho.

O Conselho se reporta à Assembleia Geral, além de trabalhar em contato direto com o Presidente e o CEO da entidade. Além de ter a prerrogativa de instaurar Comitês de Assessoramento de Gestão, colegiados de composição variada, incluindo a possibilidade de pessoas externas à organização, designados para atuar em temas específicos, como por exemplo, um Comitê de Finanças ou Comitê Nomeação.

 

Conselho Fiscal

Colegiado responsável pela fiscalização interna da entidade, em especial das matérias financeiras.

Totalmente independente da administração, o Conselho Fiscal é eleito e se reporta à Assembleia Geral, sendo inclusive eleito em pleito separado e em ano distinto da Presidência.

 

Presidência

Composto pelo Presidente e Vice-Presidente, sendo que o Presidente é o grande líder e a “face” da entidade nacional e internacionalmente.

Ele foi eleito pela Assembleia Geral por ser a pessoa que melhor representa o esporte, e, portanto, atua diretamente na representação da entidade, na promoção e divulgação do ski alpino, do ski cross country, do snowboard, do freeski, do ski freestyle, do Biathlon de inverno e do ski de montanhismo.

O Presidente é a principal figura e porta-voz da organização e do movimento esportivo de neve do Brasil, além de representante legal da entidade. Ele também atua como principal elo entre o Conselho de Administração e a gestão profissional da CBDN.

Com a implantação da estratégia realizada pela administração, o Presidente passa a poder se dedicar integralmente ao trabalho de representação, promoção e divulgação das modalidades, seja em encontros com outras organizações, patrocinadores, federações internacionais, poder público, entre outros.

 

Administração

Staff contratado no mercado, com capacidades e habilidades adequados para cada cargo, responsável pela gestão do dia-a-dia e execução da estratégia decidida pelo Conselho de Administração, liderada pelo executivo principal, o CEO.

 

Assim, é possível perceber um grande equilíbrio entre as funções e poderes, sendo as principais decisões de negócios tomadas de forma colegiada e por pessoas independentes, o que mitiga o risco de decisões conflituosas e puramente políticas. Além disso, a estratégia é decida pelo Conselho e executada por uma gestão profissional, deixando o Presidente livre de funções do dia-a-dia para que o mesmo possa se dedicar ao trabalho de representar, promover e divulgar às modalidades de neve no Brasil e no mundo.

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Parceiros:

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